20 de dez de 2013

Seleção - 1ª Turma do Doutorado PPGCC/UFRJ

Edital de Seleção: 1ª Turma do Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da FACC/UFRJ - Início: 2º Semestre/2014

Período de Inscrições: 03/03/2014 - 11/04/2014.

Procedimentos para a inscrição no processo de seleção:
a) Solicitar formulário de inscrição por e-mail: ppgcc@facc.ufrj.br;
b) Entregar o formulário de inscrição devidamente preenchido (pode ser por e-mail);
c) Ter resultado do teste ANPAD dentro da validade de, no máximo, dois anos (período correspondente às seis últimas edições);

Fases do Processo Seletivo:
1. Análise do Teste Anpad (Fase eliminatória)
Em caso de empate no resultado geral do Teste Anpad, o resultado na prova de inglês será utilizado como critério de desempate.

2. Prova de Conhecimento Específico (Fase eliminatória)
Composta por textos extraídos de artigos científicos, em língua inglesa, versando sobre tópicos contemporâneos de contabilidade financeira e gerencial. Esta prova terá um total de vinte questões de múltipla escolha com cinco opções de resposta.

3. Análise do Projeto de Tese de Doutorado (Fase eliminatória e classificatória).

O PPGCC irá selecionar até 10 candidatos


Edital Completo e maiores informações: http://www.ppgcc.ufrj.br

10 de dez de 2013

Avaliação Trienal 2013 CAPES - Ciências Contábeis

A tabela a seguir contém as notas da avaliação trienal dos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu na área de Ciências Contábeis autorizados no Brasil.
<< Clique na Figura para visualizar melhor >>


Fonte: CAPES

PPGCC/FACC/UFRJ - 2013: Ano de vitórias

Fechando o ano de 2013 com chave de ouro!

Com alegria recebemos a notícias de que, na Avaliação Trienal (2010-2012) da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o Programa de Pós Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) recebeu nota 5, numa escala que vai até 7.


Esse resultado positivo soma-se à autorização concedida também pela CAPES, em setembro desse ano, para que o Programa ofereça o curso de Doutorado em Ciências Contábeis. [Post sobre a aprovação do Doutorado] A seleção da primeira turma ocorrerá em 2014. [Quando tiver maiores detalhes, postarei aqui]

Para o PPGCC/FACC/UFRJ, 2013 foi um ano de conquistas, de grandes vitórias! Que venham as próximas: 2014, 2015, 2016... + ¥

Resultado completo da Avaliação Trienal: Link 

5 de dez de 2013

Pesquisa em Fatias

Leitura recomendada aos acadêmicos: IC, graduandos, mestrandos, doutorandos, mestres, doutores, PhDeuses [Ops!], simpatizantes e curiosos...
PS. Os destaques no texto são por nossa conta!

Darwin e a prática da 'Salami Science'

Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.

"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.


No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.

Hoje, nas melhores universidade do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.

Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas (medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista). Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.

Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.

Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...

Fonte: O Estado de S.Paulo - 24 Abr. 2013, por Fernando Reinach  

Contabilidade no Horóscopo

Realmente, estamos no Ano da Contabilidade no Brasil!
Alô CFC, tem contabilidade até no horóscopo! Será alguma iniciativa multidisciplinar com o pessoal da Astrologia? 

Horóscopo: A CONTABILIDADE DO AMOR
No fim da existência a contabilidade do amor será assim, o amor que terás recebido será igual ao amor que tiveres oferecido.
[Claro, o método das partidas dobradas é infalível nesse ponto]

Fonte: Link

Links

Todo mundo preocupado com o tributo sobre o lucro!!!!

EBTIDA governamental

Recomendação de texto para leitura!
A influência de práticas do setor privado no setor público vem longe!!

Como o EBTIDA, um índice de finanças corporativas, pode ser utilizado para a análise da gestão do governo? Bem, vamos desde o início.
O EBTIDA é a abreviação, em inglês, para “lucro antes dos juros, dos tributos sobre o lucro, da depreciação e da amortização” (earnings before interest, taxes, depreciation and amortization), o que, em português, algumas vezes, faz-se referência como LAJIDA.
Esse índice não representa, exatamente, o fluxo de caixa, mas é importante por apontar para a geração de caixa operacional da empresa. Por isso, sua ampla utilização em contratos de financiamento (empréstimo) e nos processos de avaliação (valuation) de empresa.
Conquanto o EBTIDA tenha a sua relevância, ele não serve para indicar o retorno do investimento dos sócios, por exemplo. Ao sócio, interessa o lucro gerado, que será distribuído como dividendos, e com projeção para o longo prazo. O EBTIDA é bom para os credores, porque demonstra a capacidade atual de pagamento de dívidas.
Mesmo sendo um conceito relativamente simples, bastando identificar, nas demonstrações contábeis, os itens da fórmula descrita por seu próprio nome, devido à prática comum de se ajustar o EBTIDA, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) teve que intervir e regulamentar esse índice por meio de norma específica. Essa proteção serve, por consequência, aos credores, não aos sócios. Vejam-se alguns efeitos decorrentes da verdade de que EBTIDA não significa dividendos.
Em primeiro lugar, esse índice não considera o resultado financeiro. Portanto, se a empresa tem alto compromisso em pagar juros, os respectivos valores reduzem o lucro destinado ao sócio, sem impactar no EBTIDA. O mesmo ocorre no caso dos ativos imobilizados, para mais ou para menos.
Os bens registrados no ativo imobilizado são sujeitos à depreciação, justificada de diversas formas. Uma das justificativas mais comuns e de fácil apreensão é o custo de reposição do bem: a empresa, por meio da redução do lucro destinado aos sócios (despesa de depreciação), vai “guardando” recursos para, em determinado tempo, substituir uma máquina, um equipamento ou qualquer outro bem constante do ativo imobilizado. Essa redução (despesa) não é considerada no cálculo do EBTIDA.
Por outro lado, se, por acaso, um determinado bem do ativo imobilizado for vendido com lucro (preço de venda superior ao custo contábil), esse ganho aumentará, da mesma forma, o EBTIDA e o lucro. Porém, com aquele (EBTIDA), a empresa demonstrará a capacidade atual de caixa e, com este (lucro), a possibilidade de distribuição de dividendos eventual, pois, no longo prazo, essa operação não deve se repetir.
E o que isso tem a ver com o governo? Pode se dizer, "mutatis mutandis", que o superávit primário é o EBTIDA governamental: ele demonstra capacidade de pagamento, mas não retorno aos cidadãos. Vamos aos fatos.
De acordo com recentes notícias veiculadas na imprensa, o superávit primário do Brasil em 2013 será atingido, dentre outros, com a venda (leilão) do campo de Libras e com a antecipação de receita tributária, por meio de programas de recuperação fiscal (Refis). Com isso, o governo brasileiro demonstra capacidade de pagamento, o que não significa retorno para os cidadãos (“dividendos”).
Outro ponto de suma importância a considerar diz respeito à “depreciação” dos investimentos públicos. O doutor em economia Cláudio Roberto Frischtak calcula em 3% do PIB essa “taxa de depreciação” (Folha de S.Paulo, 01/11/2013). Se considerado o investimento deste e do ano passado, 2,33% e 2,45% do PIB respectivamente, nota-se que os “ativos imobilizados” estatais não estão sendo repostos. A situação piora se considerado o crescimento do PIB: a “taxa de depreciação” dos investimentos é superior ao incremento da riqueza nacional.

Assim, o EBTIDA governamental (superávit primário) está positivo, o que é bom para os credores. Mas o resultado do Brasil (crescimento do PIB) está negativo, prejudicando o retorno dos investidores (cidadãos) por meio da distribuição de dividendos (riqueza e serviços públicos).

Fonte: Valor Econômico – 04/11/2013, por Edison Fernandes

Voluntariado

05/12 - Dia Internacional do Voluntariado, proclamado em 1985 pela ONU. 
Seja Voluntário! Faça a diferença que você quer ver no Mundo.

4 de dez de 2013

Ciência sem Fronteiras e com Limites

O Programa Ciência sem Fronteiras
O que é?
Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.
O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

No Programa Ciência sem Fronteiras, as áreas contempladas são:
Engenharias e demais áreas tecnológicas;
Ciências Exatas e da Terra;
Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde;
Computação e Tecnologias da Informação;
Tecnologia Aeroespacial;
Fármacos;
Produção Agrícola Sustentável;
Petróleo, Gás e Carvão Mineral;
Energias Renováveis;
Tecnologia Mineral;
Biotecnologia;
Nanotecnologia e Novos Materiais;
Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais;
Biodiversidade e Bioprospecção;
Ciências do Mar;
Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação);
Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva;
Formação de Tecnólogos.


Agora nós, da área de Humanas e Sociais vamos parafrasear uma canção do Leoni: “Porque não eu?
Por que não nós? Por que não nós?

Pela inclusão do curso de Ciências Contábeis [Sugiro em geral as áreas de Humanas e Sociais] no Programa Ciências Sem Fronteiras, está sendo divulgada uma petição online, solicitando assinaturas para incluir mais áreas no CSF.

Os que apoiarem, acessem AQUI para assinar. A nossa participação é importante! Afinal, Por que não nós?

Salários: Controladoria em alta

Em alta: Profissionais com formação em Ciências Contábeis e experiência em controle de custos e orçamento
Fonte: Veja (27 Nov. 2013)

Contabilidade e tributação

Recomendação de texto para leitura:

Divórcio entre contabilidade e tributação

Há um conto de Luís Fernando Veríssimo em que um casal se divorcia porque os  filhos ficaram traumatizados já que eles eram os únicos adolescentes com pais  casados e felizes. Como a felicidade supera o casamento, pai e mãe –  oficialmente divorciados – continuam a se encontrar em jantares à luz de velas, hotéis e viagens românticas.

Por esse tipo de relação, a contabilidade e a tributação viveram por 30 anos.  Em 1976, com a publicação da Lei das Sociedades por Ações, foi declarado o  divórcio entre as normas contábeis e as normas jurídicas. Porém, no ano  seguinte, um decreto-lei marcava o primeiro “jantar clandestino” entre o casal  recém divorciado. E assim se seguiu, com encontros cada vez mais íntimos, até  2007.

Quando o marco regulatório da contabilidade no Brasil adotou os padrões  internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards –  IFRS) , a separação, que era “de direito”, passou a ser “de fato”. A  contabilidade rompeu seu vínculo com a tributação, que, por sua vez, aceitou-o e  radicalizou, por meio da neutralidade fiscal, introduzida pelo Regime Tributário  de Transição (RTT).

Tal separação perdurou por quase 6 anos, até o início deste mês, quando foi  publicada a medida provisória que pretende extinguir o RTT. Isso porque, à  semelhança do que ocorreu em 1977, a legislação sobre o Imposto de renda  pretende vincular o tratamento tributário de algumas operações ao seu expresso reconhecimento na contabilidade.

Isso é o que ocorre, por exemplo, no “ajuste decorrente de avaliação a valor  justo na investida”, para o qual não haverá incidência de tributos “se o ganho  for evidenciado contabilmente em subconta vinculada à participação societária,  com discriminação do bem, do direito ou da obrigação da investida objeto de avaliação com base no valor justo, em condições de permitir a determinação da  parcela realizada, liquidada ou baixada em cada período”.

É bem verdade que alguns ajustes requeridos pelos padrões internacionais de  contabilidade devem ser controlados de maneira adequada para produzirem efeitos  fiscais. Esse controle, contudo, não precisa ser procedido nas demonstrações  financeiras. Se assim for, corre-se o Risco de as normas contábeis aplicadas no Brasil serem consideradas diferentes dos padrões internacionais, o que seria um  prejuízo de imagem e de custo de Capital para as empresas brasileiras.

Esse controle, então, pode ser feito na escrituração fiscal, representada não  por outra contabilidade, mas pelo Sistema Público de Escrituração Digital  (Sped) . Já há, inclusive, emendas à medida provisória nesse sentido.
Na relação entre as normas contábeis e as normas tributárias é saudável que  cada um siga o seu caminho, ainda que mantenham algum tipo de contato. É  vantajoso para as empresas e para a Economia do país que haja essa separação.  Portanto, aceitemos definitivamente o divórcio entre a contabilidade e a  tributação.


Fonte: Valor Econômico - Por Edison Fernandes – 28Nov.2013

Anuidade CRC 2014

A Resolução CFC n.º 1.454, aprovada em 22/11/2013 dispõe sobre os valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) para o exercício de 2014.

De acordo com a resolução, os valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos de Contabilidade para o exercício de 2014 foram corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE) acumulado de outubro de 2012 a setembro de 2013, em 5,86% (cinco vírgula oitenta e seis por cento).

Os valores das anuidades devidas aos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs), com vencimento em 31 de março de 2014, serão:

I - de R$ 443,00 (quatrocentos e quarenta e três reais) para os Contadores e de R$ 398,00 (trezentos e noventa e oito reais) para os Técnicos em Contabilidade;

II – de R$ 221,00 (duzentos e vinte e um reais) para escritório individual, empresário individual, microempreendedor individual e empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI);

III - para as sociedades:

- de R$ 443,00 (quatrocentos e quarenta e três reais), com 2 (dois) sócios;

- de R$ 665,00 (seiscentos e sessenta e cinco reais), com 3 (três) sócios;

- de R$ 888,00 (oitocentos e oitenta e oito reais), com 4 (quatro) sócios;

- de R$ 1.110,00 (mil e cento e dez reais), acima de 4 (quatro) sócios.


As anuidades poderão ser pagas antecipadamente com desconto, conforme prazos e condições estabelecidas na tabela a seguir:

(Em R$)
PRAZOS
PROFISSIONAIS
ORGANIZAÇÕES CONTÁBEIS
Contador
Técnico em Contabilidade
Escritório Individual, Empresário Individual, MEI e EIRELI
SOCIEDADES
22 sócios
33 sócios
44 sócios
Acima de 4 sócios
Até 31/1/2014
 398,00
 358,00
 199,00
 398,00
 599,00
 798,00
 999,00
Até 28/2/2014
 420,00
 377,00
 209,00
 420,00
 631,00
 842,00
 1.055,00

2 de dez de 2013

Lições de carreira

Três lições de carreira de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil:

1) Amplie os horizontes 
Lição: “A única maneira de se encontrar é fazendo, testando. Isso abre o horizonte um pouco”, afirma. Agora, “não pode passar o resto da vida testando senão não chega a nenhum lugar”.

2) Aprenda a errar 
Lição: “Eu vinha do tênis que a gente perde, não ganha sempre. Eu aprendi que se você perde, você te quem usar aquela experiência para aprender o que fez de errado e como ganhar da próxima vez”, diz. A fortuna de 21,5 bilhões de dólares, segundo a Bloomberg, sinalizam que ele tirou de letra a lição. 

3) Arrisque-se (de uma maneira calculada)
Lição: Aí reside o segredo de Lemann. No tênis, ele aprendeu que o maior risco é não se arriscar. Mas isso exige treino. “Você sempre tem que se arriscar. Mas você só começa a ter uma sensibilidade de quando dá para arriscar baseado no que já praticou”, afirmou. Ou seja, nas quadras ou fora delas, nenhuma jogada deve ser feita totalmente no escuro. 

Fonte: De uma matéria publicada na Exame

1 de dez de 2013

Eventos Contábeis

Seminário de Disseminação do ROSC A&A 2012 – Brazil
Objetivo do evento: Debater o plano de implementação das recomendações que constam no ROSC - Report of the Observation of Standards and Codes - Accounting and Auditing.
Quando: 11 de dezembro de 2013 (quarta-feira) - 09:00 -16:00 h
Onde: Rio de Janeiro, sede da FGV (Praia de Botafogo, 190, auditório 12º andar)
Organização e realização: Fundação Getulio Vargas e Banco Mundial
*Evento gratuito*
Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=1892&P_IDIOMA=0
Palestrantes e programação: http://www.fgv.br/mailing/fgv_noticias/_pdfs/Programacao-Seminario-Disseminacao-ROSC.pdf

5º Congresso UFSC de Controladoria e Finanças & 5º Congresso UFSC de Iniciação Científica em Contabilidade
Local: Florianópolis/SC
e-mail de contato: congresso@ccn.ufsc.br
Datas:
Congresso: 19 - 21/05/2014
Submissão de artigos: 01/10/2013 – 20/02/2014
Divulgação da Relação de Aprovados: 03/04/2014
Limite para inscrição de Autores: 20/04/2014
Limite para inscrição com desconto: 13/04/2014
Limite para participação nos anais: 30/04/2014

VIII Congresso ANPCONT
Sem datas divulgadas
Informações: http://www.anpcont.com.br


XIV Congresso USP de Controladoria e Contabilidade & XI Congresso USP de Iniciação Científica
Datas:
Congresso: 21- 23/07/2014
Recepção de Trabalhos: 15/12/13 a 25/02/2014
Resultado das análises dos artigos: 10/04/2014
Final das inscrições dos autores: 30/04/2014
Final das inscrições dos congressistas: 09/06/2014

XXI Congresso Brasileiro de Custos
Data: 17-19/11/2014

Local: Praiamar Hotel – Natal/RN
“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)